Festival Estação Blues Rock chega à terceira edição com sábado de muita música em Guará

Seis bandas se apresentam gratuitamente na Praça da Estação no dia 14, em comemoração ao “Dia do Rock”

O empresário Beto Branco, criador do Festival Estação Blues e Rock, que prepara mais uma edição com série de shows (Foto: Reprodução)
O empresário Beto Branco, criador do Festival Estação Blues e Rock, que prepara mais uma edição com série de shows (Foto: Reprodução)

Leandro Oliveira
Guaratinguetá

A voz do rock de Guaratinguetá vai se impor mais uma vez. Pelo terceiro ano consecutivo, em alusão ao Dia do Rock, comemorado em 13 de julho, a cidade será palco do Festival Estação Blues e Rock. O evento que foi tirado do papel há três anos e era um sonho antigo de seu idealizador, Carlos Roberto de Oliveira, popularmente conhecido como Beto Branco, se transformou em algo esperado pelo público de dentro e fora da cidade. Neste ano, o festival será realizado no dia 14, sábado, com expectativa para a presença de até duas mil pessoas.

Crescente a cada ano, o evento atrai um público variado, com entrada franca e mais de seis horas de duração.

O festival tem como palco um dos pontos turísticos de Guaratinguetá, a praça Condessa de Frontin, a Praça da Estação. É em frente a antiga Estação Ferroviária que as bandas se alternam e se apresentam de forma gratuita, sem custo para quem assiste, nem para quem organiza o evento.

O Estação Blues e Rock é um evento colaborativo desde o seu início. Sem recursos para contratar as bandas, o jeito é contar com a boa intenção dos músicos. “Tem banda que me procura dizendo que quer tocar no festival, mas quando eu falo que não estamos pagando cachê, eles (integrantes da banda) respondem “nós estamos querendo ir aí tocar de graça, porque o seu festival está sendo falado em São José e em São Paulo. Arruma uma vaga que nós vamos tocar aí”. Isso mostra os músicos entendem o intuito do evento”, destacou Beto Branco.

Organização destaca horários diferentes par a edição 2018 do evento (Foto: Reprodução)
Organização destaca horários diferentes par a edição 2018 do evento (Foto: Reprodução)

Com o crescimento do evento, bandas de fora da região demonstraram interesse em participar da agenda de shows. Um exemplo disso é a Arcpélago, que vem do Rio de Janeiro para abrir o festival.

A paulistana Crom vai tocar o melhor do metal. A The Old Machine Band será a responsável por representar Guaratinguetá no festival. O blues está garantido com a banda Jhonny West, de São José dos Campos. Revivendo Woodstock, marco na história da música mundial no fim dos anos 60, Paulo Mayer and Thunderheads farão um tributo ao antigo festival. A Tropa de Shock, com nove CD’s lançados, fecha o evento desse ano.

Nesse ano o evento começa e termina um pouco mais cedo. O início está previsto para às 15h e o término para às 22h. “O pessoal que espera escurecer, como sempre, para vir ao festival, vai perder três bandas. Porque se chegarem aqui às 18h30, 19h, a terceira banda já vai estar saindo do palco”, salientou Beto Branco, já que para esse ano foi pedido que a organização respeitasse o limite de 22h para os shows.

Solidariedade – O evento é totalmente gratuito, mas a organização pede para quem for assistir aos shows levar um quilo de alimento não perecível, que serão doados para instituições de assistência social para idosos de Guaratinguetá.

Apesar de ser organizado de forma independente, o evento conta com apoio da Secretaria de Cultura de Guaratinguetá, assim como aconteceu nos dois anos anteriores. A praça Condessa de Frontin fica no centro da cidade e é popularmente conhecida como Praça da Estação.

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