Passagem de ônibus em Cruzeiro aumenta 16,5%

Após licitação, preço do transporte público passa a valer R$ 3,80; Prefeitura garante que veículos começaram a ser trocados

O transporte coletivo de Cruzeiro que passou por reajuste de 16%; novo contrato (Foto: Arquivo Atos)
O transporte coletivo de Cruzeiro que passou por reajuste de R$ 0,50; novo contrato tem duração de 15 anos  (Foto: Arquivo Atos)

Rafael Rodrigues
Cruzeiro 

Um mês depois da conclusão da licitação do transporte coletivo em Cruzeiro, as novas tarifas propostas no edital já começaram a valer. Desde o último dia 6, os usuários de ônibus estão desembolsando R$ 3,80 na passagem, aumento de 16,5% em relação à tarifa que era de R$ 3,30.

O reajuste já havia sido sinalizado pela administração municipal. O secretário de Desenvolvimento Urbano e Rural de Cruzeiro, Rodolfo Scamila, garantiu, em entrevista à rádio Pop, que não houve “simplesmente um aumento”, mas sim uma correção da tarifa baseada nos critérios de disputa da licitação.

Ele destacou que o Transporte Público de Cruzeiro estava sem licitação pública oficial. Foi feito um processo e a empresa ganhou o certame com a tarifa, de acordo com os cálculos de viabilidade colocada no edital e ainda conseguimos ter a menor tarifa da região.

Ainda durante a entrevista, Scamila justificou que o edital foi estabelecido, atendendo parâmetros para que houvesse a concorrência, levando em consideração o número de passageiros, quilômetros rodados, gastos com combustíveis e o aumento dos valores dos combustíveis.

A Prefeitura de Cruzeiro finalizou o processo licitatório para contratação de uma empresa para operar o transporte coletivo no início de setembro. A ABC Transporte saiu vencedora do certame e continuará operando o sistema, mesmo com a insatisfação de parte dos usuários.

Uma das reclamações mais constantes dos moradores é a qualidade dos veículos e o tamanho dos ônibus disponíveis, que segundo os usuários, é menor do que os convencionais, acarretando em uma diminuição considerável das vagas.

Scamila disse durante a entrevista que muitos veículos já foram trocados, incluindo, 3 dos 4 micro-ônibus que eram alvo de reclamação dos moradores. A ABC Transportes, que estava à frente do serviço com um contrato emergencial, assumiu o transporte coletivo com um contrato de 15 anos.

 

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