Guará quer Dario Rodrigues Leite com gramado sintético a partir de 2023

Secretário de Esportes aponta manutenção mais barata e vida útil da grama artificial como principais motivos para a troca; estádio receberá maratona de jogos

O estádio Dario Rodrigues Leite, que passa a ter grama artificial a partir de 2023; proposta é economizar (Foto: Reprodução)

Da Redação
Guaratinguetá

Casa do Manthiqueira e do Atlético Guaratinguetá, o estádio municipal Dario Rodrigues Leite pode passar por uma troca total de gramado em 2023, de acordo com o secretário de Esportes, Joel Pinho. A administração municipal estuda substituir a grama natural por sintética, deixando toda a extensão do campo com o gramado artificial.

A justificativa é a economia com a manutenção e a vida útil do sintético, para aguentar a maratona de jogos dos dois times, das categorias de base e do futebol amador.

A discussão pela troca do gramado ocorre desde agosto deste ano e foi levantada após a secretaria de Esportes entender que o gramado natural do estádio não suportaria a carga de jogos do próximo ano. O Manthiqueira disputou em 2022 a Copa São Paulo de Futebol Jr e o Campeonato Paulista da Série B (quarta divisão) e pode voltar a disputar competições estaduais da base.

Já o Atlético Guaratinguetá disputou neste ano as competições de base, com sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17 e para 2023, deve iniciar as disputas no futebol feminino e dos times sub-20 e profissional. Além dos times profissionais, o estádio é alvo de desejo dos times do futebol amador da cidade, que querem retomar os jogos na casa do futebol municipal.

Ao Jornal Atos, o secretário de Esportes confirmou que a discussão está adiantada e a troca segue bem encaminhada. “Seria uma troca total e isso traria bastante benefício, até para o uso, já que temos dois times que utilizam para alguns momentos treinamento e muitas competições”, destacou Pinho.

O Município espera que, com a troca, a vida útil do gramado aumentaria e até jogos da reta final do campeonato amador possam ser realizados no Dario. “Com o atual gramado fica quase impossível mantermos em condições de jogo. Estamos conversando desde o mês de agosto, fazendo um estudo de impacto financeiro de custo de toda a reforma”.

Os valores estão sendo levantados e serão acrescentados na LOA (Lei de Orçamento Anual), que ainda está em fase de elaboração neste ano. O documento será concluído e encaminhado à Câmara de Guaratinguetá no fim de 2022. A LOA projeta o que será investido em cada setor para o ano seguinte. Constando na lei, a troca do gramado se torna viável, o que pode ocorrer após a Copa São Paulo, no fim de janeiro. “O custo benefício seria enorme para a cidade. A manutenção é esporádica para um gramado desse e são anos de utilidade para sofrer a intervenção de manutenção. O ganho para toda a comunidade do futebol, seja amador ou profissional, seria grande”, concluiu o secretário.

O Estádio Dario Rodrigues Leite foi inaugurado em 7 de setembro de 1965 e desde então foi casa da Esportiva, entre os anos 60 e 90, do Guaratinguetá, entre os anos 2000 e 2016 e atualmente é palco dos jogos do Manthiqueira e do Atlético.

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