De olho no sistema, Soliva visita setor de desenvolvimento de energia orgânica na USP

Guará busca implantação de usina de geração com base em resíduos, com prioridade para preservação ambiental e redução de custos

Comitiva com Soliva em São Paulo para conhecer o setor de desenvolvimento de energia da USP (Foto: Reprodução PMG)

Fabiana Cugolo
Guaratinguetá

O prefeito Marcus Soliva (PSC) e sua comitiva conheceram, no último dia 26, em São Paulo, o Setor de Desenvolvimento de Energia, no campus da USP (Universidade de São Paulo). O encontro foi motivado pelos próprios coordenadores do projeto. O convite se baseou no interesse da Prefeitura de Guaratinguetá para a utilização correta de resíduos orgânicos e em geração de energia.

O grupo de Soliva foi recebido pelo Dr. Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia e Ambiente. Além do prefeito, participaram da visita o secretário de Governo, João Vaz, o diretor da Saeg (Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá), Miguel Sampaio, e membros da equipe, o presidente e diretor da Codesg (Companhia de Desenvolvimento de Guaratinguetá), João Batista e José Antônio Alves, e o secretário de Planejamento, Gonçalo Ferraz.

Segundo o secretário de Governo, João Vaz, o Munícipio busca a geração de energia por meio de resíduos orgânicos dos setores residencial e industrial, por ser uma fonte limpa, de preservação para o meio ambiente, e também pela redução de custos. “Quando envolve o tratamento de resíduos orgânicos, acaba sendo um problema no armazenamento e descarte, pois contaminam o solo, e criam despesas pesadas para a retirada de um local até o aterro sanitário”, explicou. “Eles (resíduos) geram alguns problemas que vislumbramos criar soluções a partir da implantação do modelo de usina de transformação de resíduos orgânicos em energia. Com esse tratamento correto, os ganhos são gerais para a sociedade e poder público”, destacou.

Entre as tratativas no encontro, a possibilidade do início de estudos sobre a implantação na cidade, fase que aguarda novas etapas do projeto. Ainda de acordo com o Governo, para a implantação da usina na cidade serão necessárias parcerias público-privadas (PPP’s), em razão do alto custo financeiro do empreendimento.

Na futura criação da usina de transformação, a expectativa da Prefeitura é a economia com processos e serviços no setor energético, além da possibilidade de utilização como combustível em frotas de veículos. Outro planejamento da gestão é de que após a implantação, possa ser criado um consórcio com cidades para que os resultados da usina sejam distribuídos na região. O local para a construção ainda não está definido, mas a previsão é que seja em área pertencente a Prefeitura.

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