Após sete meses, obra no Santa Mônica é retomada

Codesg inicia processo de pavimentação nesta semana; prazo para conclusão é de vinte dias

Local em que as obras no bairro Santa Mônica retornaram; moradores protestam sobre atrasos da Prefeitura (Foto: Leandro Oliveira)

Leandro Oliveira
Guaratinguetá

A Codesg (Companhia de Desenvolvimento de Guaratinguetá) retomou a obra de pavimentação da rotatória que dá acesso ao residencial Santa Mônica nesta semana. Os serviços estavam parados há pelo menos sete meses, quando a companhia informou que concluiria os trabalhos após o período chuvoso do verão. Desde então o reparo vinha sendo adiado, até ser retomado nesta terça-feira (20).

Segundo a autarquia, o cronograma de obras tem, como objetivo neste primeiro momento, fazer a remoção do asfalto velho da alça da rotatória. Depois disso, será feita a compactação e, por fim, o início do asfaltamento. A expectativa é de que os primeiros passos da obra levem dias, até que o acesso ao residencial receba as primeiras camadas da nova pavimentação.

De acordo com o diretor técnico da Codesg, José Antônio Rodrigues Alves, os trâmites para começar a pavimentação foram concluídos. “O asfalto também já temos o novo contrato. Está tudo certo. Terminou a licitação e estamos fazendo o contrato nesta semana. A cavadora também está chegando. A gente começa e não para mais”, especulou.

Com a retomada dos serviços, a Codesg projeta que o trecho da rotatória seja concluído em até duas semanas após o início do reparo. Já a extensão da via, que interliga o residencial à avenida Basf, deve durar de três a quatro semanas. “Vamos considerar 15 dias para ela estar pronta. Da rotatória até a avenida, de 15 a 20 dias”, salientou o diretor. Ainda segundo a companhia, o asfalto chega ao município conforme a demanda diária da obra.

Histórico – A rotatória de acesso ao residencial Santa Mônica foi parcialmente pavimentada. Desde o fim do ano passado, moradores e motoristas reclamam e publicam queixas nas redes sociais, sobre o trabalho que não havia sido concluído pela Companhia. Inicialmente a Codesg afirmou que, devido ao verão e ao período de chuvas, seria inviável concluir os reparos entre dezembro e março.

Após esse período, a demanda de massa asfáltica foi apontada como problema para dar continuidade a obra. Desde então os serviços foram interrompidos e a via se tornou problemática para quem trafega diariamente pela região. Durante o período de pavimentação, será feita a operação pare e siga, com metade da pista liberada para circulação de veículos.

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