Após reclamações, Pinda se reúne com Forcasa e Instituto para discutir condições do Bem Viver

Moradores registram problemas estruturais do empreendimento há pelo menos um ano; expectativa é firmar convênio para análise de prédios

O residencial Bem Viver, que é foco de reunião sobre problemas estruturais, em Pinda (Foto: Bruna Silva)

Bruna Silva
Pindamonhangaba

Depois de quase um ano de reclamações e diálogo entre moradores do Bem Viver e secretaria de Habitação, a Prefeitura de Pindamonhangaba se reuniu com representantes do IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológicas do Estado de São Paulo) e a construtora SPL/Forcasa, para discutir os problemas do complexo habitacional.

Segundo o Município, desde a entrega do empreendimento “Bem Viver”, há dois anos, existe uma tentativa de acordo com a empresa responsável pelas obras, a Forcasa. As queixas dos moradores são referentes aos problemas com a cerâmica instalada nos apartamentos. Segundo relatos, pisos e azulejos se soltaram e há ainda problemas com infiltração, rachaduras e falhas no sistema de drenagem dos prédios.

A expectativa da Prefeitura é que no início do próximo mês, uma reunião entre representantes da Forcasa e síndicos aconteça para esclarecer pontos críticos como as manutenções e prevenções dos condomínios. Anteriormente, o prefeito Isael Domingues (PL) recebeu, em seu gabinete, os proprietários da construtora para definir novas medidas de solução. “A secretaria de Habitação esclarece que todas as demandas da comunidade sobre problemas com pisos, azulejos, goteiras, infiltrações, entre outras sempre foram devidamente registradas junto à empresa responsável e ressalta que o Ministério Público e a Câmara de Vereadores estão acompanhando o caso”, destacou nota da Prefeitura.

A expectativa é de que a pasta responsável consiga firmar um convênio com IPT, em busca de uma visita técnica para debate sobre a construção e condições dos apartamentos. Os laudos devem apresentar o descritivo de materiais utilizados, assim como possíveis falhas de edificação.

Mais de 1,5 mil famílias moram no empreendimento “Bem Viver”, desde o início de 2018. As moradias populares foram destinadas para famílias com renda de até dois salários mínimos.

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