Política a conta-gotas…

Senta ou levanta?

Os vereadores Higmar Frentista e Fáfa deram muito o que falar esta semana em Cruzeiro. Disseram que eles estavam juramentados contra o projeto do prefeito Thales Gabriel – que pedia autorização do Legislativo para financiar uma nova etapa de iluminação pública na cidade, ou seja, investimento em segurança. Conta-se que na hora do voto, a dupla acabou se manifestando pela expressão corporal favorável ao que eram contrário, talvez por falta de interpretação do momento. Mesmo assim, a ficha deles – de que fizeram lambança – só foi cair quando Diego Miranda agradeceu a todos pela unanimidade dos votos no projeto.

 

‘Animus sperneandi’

E por falar em Cruzeiro, quem ‘botou a boca no mundo’ esta semana, com ameaças de ações de nepotismo contra o prefeito Thales Gabriel, foi o ex-vereador Paulo Vieira (PL), em protesto às contratações para o segundo mandato. Comenta-se que nesta sexta-feira, PV convocou a liderança do partido para ‘pedir a cabeça’ dos vereadores João Currila e Gordo da Vila Batista por afinidade com o Executivo. Ah! Disseram ainda, mesmo que Thales Gabriel contrate seus indicados Laodelino e Daniel Batata, ele não desiste dos ataques ao governo municipal.

 

Bom princípio

O prefeito de Piquete, Rômulo Kazimierz Luszynski – o Rominho (PSDB), foi convidado para utilizar a tribuna da Câmara na primeira sessão desta atual legislatura. Rominho demostrou um gesto que ninguém esperava, ver um prefeito participar de uma sessão para oferecer o que ao Legislativo jamais teve na história da cidade: espaço e parceira com o Executivo. Ele enfatizou que as portas da Prefeitura estarão abertas a todos vereadores que estiverem dispostos a participar do desenvolvimento da cidade. Porém, o recado ficou explícito a minoria quase insignificante com pré-disposição de fazer a política da desconstrução…

 

Bom princípio II

A Câmara de Lorena, sob nova direção, abriu a temporada de sessões na última segunda-feira, com a participação especial do prefeito Sylvio Ballerini, a convite do presidente Fábio Longuinho. Sob a mira de alguns vereadores que jamais afinaram com um perfil de oposição e outros, que provavelmente não conseguirão permanecer governo por muito tempo, Sylvinho deixou claro o acesso que todos terão em seu governo, visando a política do bem.

 

Lei de Murphy

Realmente em Cachoeira Paulista tudo pode acontecer, até quatro, ser mais que oito e dominar o legislativo quase que por completo. Pelo menos essa é a leitura que muitos fazem do quadro atual ‘da nova’, porém, ‘velha’ Câmara Municipal. Imaginem que o quarteto sobrevivente do covil do governo passado está conseguindo apoio dos novos vereadores para antecipar em dez meses a votação do próxima presidência do Legislativo. Segundo os mais experientes, isso significa a criação de um ‘comando paralelo’ para, se possível, cassar até o novo prefeito Antono Mineiro, se não ‘rezar na cartilha deles’. Durmam com este barulho. E que barulho…

 

Resposta imediata

Pelo visto o vereador Nenê do Seu João nem vai precisar esperar a resposta de seu requerimento, aprovado na sessão desta semana, para saber o montante do endividamento de Cachoeira Paulista. O prefeito Antônio Mineiro agendou para o próximo dia 27 um encontro com autoridades e população, onde promete abrir a caixa preta da administração e revelar a gregos e troianos em que condições recebeu a Prefeitura das mãos de Edson Mota e seus agregados, que também inclui o tal de Nenê do Seu João…

 

Invicto

Enquanto Cachoeira Paulista se prepara para uma total resiliência, sob o comando de Antônio Mineiro, o prefeito da vizinha Silveiras já comemora esta transformação. Em ambas as cidades, com exceção dos ‘verbos passado e presente’, a catástrofe foi a mesma, ou seja Edson Mota. A boa notícia é que pelo terceiro ano consecutivo – 2017, 2018 e 2019 – o prefeito Guilherme Carvalho teve suas contas aprovadas pelo Tribunal do Estado e sem nenhum apontamento.

 

Destaque

Com a retomada da economia esta semana, após a região voltar à ‘fase laranja’ do Plano São Paulo – de João Doria – o prefeito de Guaratinguetá, Marcus Soliva, foi assunto positivo em toda a região, como um dos que mais contribuíram para a reabertura do comércio ampliando a estrutura de atendimento. Além do Hospital de Campanha adaptado para o atendimento de pacientes em todos os níveis da doença e muitas ações de conscientização, Soliva ampliou 7 novos leitos de UTI’s, seguidos de mais 10 e acelerou o plano de vacinação. Seu reconhecimento regional foi também pelo do enfrentamento à decisão do Estado de fechar geral, mantendo as atividades comerciais na cidade, em detrimento de outros municípios que ‘cortaram a própria carne’ em obediência ao governador.

 

‘Água no chopp’

A sessão de Câmara de Guaratinguetá da última terça-feira parece que não foi muito produtiva ao presidente Arilson Santos, que pretendia a criação de uma nova função na Casa de Leis. Comentários entre as ‘viúvas’ da Praça Conselheiro é que ‘mataram o projeto’ de Arilson no ninho, quer dizer, nas Comissões de Constituição e Finanças.

 

O que muitos querem saber

Até onde a visível queda de braços entre algumas lideranças na Câmara de Guará poderá respingar nos projetos futuros do prefeito Marcus Soliva? Considerando a derrubada do regime de urgência no projeto que pretendia um reforço financeiro no caixa da Codesg, como fica o ‘nível de confiança’ em assuntos de interesse do gabinete?

 

Conflito

E por falar em Câmara de Guará, na mesma sessão que barraram o cargo que o presidente tentou criar, pelo menos quatro vereadores utilizaram a Tribuna para denunciar falta de ética de algum ‘estreante no legislativo e invasão de espaços”. Quem será a vítima?

Cara ou coroa?

Corre na boca pequena de Pinda, se for falar em 2020 ou 2024, nem Vela muito menos Norbertinho se mantêm na ‘calçada da fama eleitoral’. O mercado político ainda aposta em Isael Domingues, que continua na preferência dos eleitores, consequentemente em sua indicação futura, o que diferencia seu vice, Ricardo Piorino da concorrência, principalmente a sucessão. Ah! Nesta aritmética, dizem que sobra até carona para Roderley Miotto no bonde dos governistas…

 

Bomba – bomba…

A patuleia política de Cachoeira Paulista aguarda ansiosamente a segunda-feira para constar a veracidade de um projeto protocolado no final do expediente desta semana na Câmara Municipal, onde o vereador Felipe Piscina propõe a redução do número de vereadores na cidade de 13 para 9. Disseram que a iniciativa ‘mexeu com os interesses’ de um grupinho, enquanto a maioria da população que tomou conhecimento, comemorou.

 

Paternidade

Enquanto o prefeito Sylvio Ballerini recepcionava Paulo Skaf nesta sexta-feira, como presidente da Fiesp e agora empresário de fato de Lorena, o pessoal da política indagavam sobre dois assuntos: a paternidade da nova escola do Sesi na cidade e a pavimentação do acesso à Comil, que deverá abrir uma série de postos de trabalhos e receita para os cofres municipais.

 

Cartada 2024

Nem bem Sylvio Ballerini esquentou a cadeira do Executivo de Lorena, já se escuta a classe política projetando de alguns nomes para as eleições de 2024, com escala em 2022 para deputado. Nomes como de Carlos Lescura, Paulo Neme e Elcinho Vieira a deputado; Marietta Bartelega, Dr Marcos Ude, Dr Roberto Charly Chan e, entre outros que deverão surgir no cenário, Renato Marton. Perguntem ao Nicodemos!!!

 

Prazo de validade

Enquanto novos e experientes vereadores se acomodam na realidade da Câmara de Lorena, agora no comando de Fábio Longuinho, a patuleia política aposta no prazo de validade da ‘lua de mel’ entre Legislativo e Executivo. Com um jogo de interesse acima da média, espaços reduzidos ‘aqui e acolá’, há palpites do conflito começar na Casa de Leis e rapidamente respingar na Prefeitura.

 

Onde há fumaça…

Mesmo com Marcus Soliva sendo reeleito em Guará, o clima na Prefeitura ‘cheira mudanças’, principalmente com ‘novo’ secretário de Governo promovendo reuniões em cima de reuniões. A repercussão na Praça foi imediata, isso pode terminar em nova candidatura em 2024.

 

Em Alta

Silveiras – Após um período de trevas, a população de Silveiras conta desde 1 de janeiro de 2017 com uma realidade bem diferente daquela implantada pelo dono da “motolândia”. Ao assumir uma cidade desgovernada, Guilherme Carvalho conseguiu fazer o simples e colocou o município, de pouco mais de seis mil habitantes, em ordem, com ações na educação, saúde, turismo/cultura e segurança. Tudo com aposta no simples e sem obras faraônicas. Resultado? Três contas analisada pelo TCE = três contas aprovadas. Será que a moda pega? Oremos…

 

Em Baixa

Cachoeira Paulista – A Câmara Municipal parece ter passado por um portal da alteração da realidade na mudança de 2020/2021. Até porque, quem cansou de salvar Edson Mota, com o mantra de que o ex-prefeito era mais que honesto, e agora critica de Mineiro como quem fala de um condenado, teve (e terá) que achar argumentos para explicar o sequestro de R$ 1,7 milhão dos cofres municipais, resultado de dívidas do INSS da “motolândia”. Com o choro, ops, a palavra, Nenê e seu amigo, límpido, Max, aquele da carona e gastos inexplicáveis…

 

Compartilhar é se importar!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

× Como posso te ajudar?