Potim tem baixa procura na vacinação contra gripe

Apenas 2.613 pessoas receberam dose na segunda etapa no município durante terceira etapa da campanha nacional

UBS no Centro de Potim; município registra baixa procura por vacina contra influenza (Foto: Marcelo A. dos Santos)

Marcelo Augusto dos Santos
Potim 

A cidade de Potim vem registrando uma baixa procura na vacinação contra gripe que já se encontra na terceira etapa da campanha nacional. A dose imuniza a gripe comum e da influenza H1N1.

A ação começou no dia 23 de março, quando atendeu os profissionais de saúde e idosos. Segundo a secretária de Saúde, todos os moradores neste grupo foram imunizados.

A segunda fase começou no dia 16 de abril e foi até o último dia 8 e teve público alvo os indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivo, forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

O grupo que tem tido uma baixa procura pela imunização. De acordo com a Prefeitura, foram vacinados (até esta quarta-feira) 109 caminhoneiros e motoristas de transporte público e 960 pessoas com comorbidades.

A diretora de Saúde Maria Rodienia Rodrigues Paixão explicou que a meta de vacinação desse grupo é de 13.625 pessoa. “Isso já aconteceu outras vezes e para nossa surpresa os pacientes comorbidades estão recusando porque os idosos sempre davam trabalho para nós, mas agora foi feito cem por cento e profissionais de saúde”.

Os agentes comunitário, médicos e agentes de saúde continuam a convencer a pessoas tomarem dose a dose e se protegerem contra esses vírus.

A diretora acredita também e que baixa procura seria pelo fato de divulgações falsa sobre a ineficácia da dose. “As pessoas acreditam e ficam com medo, mas os idosos estão de parabéns”.

A vacina contra a gripe não protege contra o novo coronavírus, no entanto, a Campanha Nacional foi adiantada e está sendo aplicada como forma de resguardar os mais vulneráveis contra doenças respiratórias, que podem impactar o sistema imunológico e favorecer o aparecimento de outras infecções.

 

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