MEDALHA DE LATA

A medalha de lata não se refere aos atletas brasileiros, heróis e heroínas, representantes de um país que acha que esporte é jogar futebol.

A olimpíada trouxe ao país uma série de indagações, não sei se o leitor concorda, mas, lições exemplares para o futuro e imagens não tão positivas em um mundo que está se transformando e nós deitados em berço esplendido. Eternamente!

Vamos começar pelo começo como uma recomendável pretensão.
O fato de o Brasil desejar sediar as Olimpíadas fazia parte da ideologia do partido como os populistas desejam.
A Alemanha sediou uma olimpíada para mostrar a superioridade de uma raça na louca eloquência de um populista que destruiu um país e parte do mundo.

O país não tinha condições de promover um evento desta natureza diante do alto custo do empreendimento e do uso dos equipamentos pós-olimpíada onde o país não tem tradição no esporte olímpico.
Os populistas contavam com o ouro do pré-sal baseado numa visão equivocada que o barril do petróleo iria a 200 dólares.

Na verdade, o que ficou claro era manter uma formula para arrecadar fundos, através das empreiteiras, para se manter no poder.

Enfim, entregamos um parque olímpico inacabado e a culpa foi de um argentino conforme o jovem prefeito do Rio que tinha pretensões de chegar ao governo do Estado e posteriormente, à Presidência da República.
Não assumir erros: característica do homem público!

Um garoto de praia das areias de Copacabana que não tem nenhum compromisso com a modéstia.
A abertura da Olimpíada foi um espetáculo digno de elogios e ai é que percebi claramente na apresentação o retrato do Brasil.

Primeiramente, ficou claro que existem dois Brasis: o da competência que produz um espetáculo daquela natureza criado por brasileiros, medalha de ouro; e um outro da incompetência, medalha de lata, que representa a iniciativa pública. Gastaram 40 bilhões de reais sem planejamento numa crise econômica e financeira sem precedentes. A maior do mundo ocidental.

“Não assumir erros:
característica do homem público!
‘BRASIL: OURO EM BUROCRACIA’”

O espetáculo da abertura redimiu a abertura da Copa do Mundo que foi um desastre.
Veja os detalhes que separam os dois eventos e a desorganização brutal reinante nos eventos.

Gisele Büdchen considerada a mulher mais bela do mundo simplesmente desfilou gratuitamente ao povo brasileiro que não teve a oportunidade de vê-la nas passarelas do mundo. Desfilou de graça. A garota de Ipanema do mundo!
Na Copa a cantora baiana Claudia Leite, que tem as cordas vocais nas coxas, cobrou 2,3 milhões de reais.

Não concordei com o tema do espetáculo, pois falar em aquecimento global – onde o Brasil é um dos responsáveis onde queima a sua floresta amazônica – é cuspir para cima.

A questão do aquecimento global com a elevação dos mares é outra teoria maluca sem nenhuma comprovação científica, serve apenas, para assustar o mundo.

O Brasil é um grande colaborador do aquecimento global com a queima da floresta amazônica e o gás metano eliminado pelo maior rebanho bovino do mundo.

A sensação clara de dois Brasis na Olimpíada.
Um Brasil inovador, arrojado, criativo.

Artistas, cineastas, bailarinos de projeção internacional, reconhecidos no exterior, pois no país não tem espaço e oportunidade.

O poder público se apequenou diante da modernidade do povo contra um atraso histórico com a coisa pública.
Medalha de ouro para um novo Brasil e medalha de lata para um país atrasado que insiste em ser atrasado!

Compartilhar é se importar!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

× Como posso te ajudar?