Servidores cobram reajuste de 5% em Pinda

Sindicato ameaça greve se reivindicação não for atendida; Isael planeja se aproximar de solicitação

O prefeito de Pindamonhangaba, Isael Domingues, que espera sucesso à adesão de servidores ao PDV (Foto: Arquivo Atos)
O prefeito de Pindamonhangaba, Isael Domingues, que analisa pedido dos servidores para reajuste (Foto: Arquivo Atos)

Lucas Barbosa
Pindamonhangaba

O Sindicato dos Servidores Municipais de Pindamonhangaba protocolou na última semana um ofício na Prefeitura cobrando que seja concedido um reajuste salarial de 5% para a categoria no início de 2019. Caso o pedido não seja atendido, a associação cogita liderar um movimento de greve.

Após quase nove meses de negociação entre o prefeito Isael Domingues (PR) e o presidente do Sindicato dos Servidores, Daniel Ramos, o Executivo concedeu em junho um reajuste salarial de 2,07% para os seus funcionários. O valor desagradou o representante da categoria, que solicitava um aumento de 7%.

Devido à discordância entre as partes sobre o valor do índice, uma reunião em 14 de junho definiu que o município buscaria adotar um plano de medidas que viabilizasse um novo aumento salarial no início do ano que vem.

“Requentando” a reivindicação, o ofício protocolado na última semana pelo sindicato cobra que o reajuste de 5% seja incluído no projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2019, que tramita na Câmara. “Fomos compreensíveis quando o prefeito deu aquele reajuste de apenas 2,07% no meio do ano. Esperamos que dessa vez ele atenda ao pedido dos trabalhadores, que merecem um aumento mais significativo. Caso a nossa solicitação não seja atendida, faremos uma assembleia em que os servidores decidirão se cruzarão os braços”, afirmou o presidente do Sindicato.

Outro lado – Em nota oficial, a Prefeitura de Pindamonhangaba revelou na tarde da última quarta-feira que planeja conceder um reajuste salarial aos servidores no início do ano que vem, mas o valor percentual ainda não foi definido. De acordo com o Executivo, o índice dependerá da arrecadação municipal e do limite prudencial de gastos com a folha de pagamento, respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Apesar da indefinição, a Prefeitura afirmou que a previsão é que o valor seja próximo de 5%.

 

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