Depois de longa espera, famílias do Flamboyant recebem chaves de casas

Residencial em Guaratinguetá tem 528 unidades ainda sem data confirmada para entrega das chaves

Atendimento para recebimento de chaves de unidades habitacionais do Residencial Flamboyant, em Guará (Juliana Aguilera)
Atendimento para recebimento de chaves de unidades habitacionais do Residencial Flamboyant, em Guará (Juliana Aguilera)

Juliana Aguilera
Guaratinguetá

Depois de um atraso de sete anos, os futuros moradores do Residencial Flamboyant enfim participaram do evento de assinatura dos contratos no Recinto de Exposições, em Guaratinguetá.  O evento organizou as 528 famílias contempladas em dois dias, quarta e quinta-feira, com três horários, referentes às unidades 1, 2 e 3 do residencial.

Por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, foram investidos R$ 16,8 milhões no Flamboyant 1, R$ 15,4 milhões no Flamboyant 2 e R$ 16,4 milhões no Flamboyant 3. As obras, que foram abandonadas na gestão do ex-prefeito Júnior Filippo (PSD), foram retomadas no início de 2017, com previsão de entrega em outubro do mesmo ano. Após atrasos, a Caixa Econômica Federal passou para o Ministério das Cidades a finalização do projeto.

O secretário de Assistência Social, Graciano Arilson dos Santos (MDB), afirmou que com a assinatura dos contratos, o poder municipal e a Caixa terminam sua parte, mas que o estudo para receber os 1.615 novos moradores no bairro está sendo feito com demais secretarias e órgãos públicos. “Tivemos uma reunião há vinte dias com a rede municipal toda, no Senac, informando quantos vão se deslocar, a idade, condição financeira e escolaridade”, explicou.

Estrutura – Em 2017 foi discutida a necessidade de melhorias de infraestrutura no bairro, que contava apenas com uma escola e um posto de saúde. Apesar do levantamento, as obras ainda estão sendo discutidas. Santos afirmou que o Cras da Vila Paulista terá ampliação de quadro de funcionários e espaço, mas o posto de saúde do bairro Engenheiro Neiva continuará funcionando do mesmo modo.

Outros problemas foram levantados. “Ali tem a questão do transporte público, que terá que ser estudado para aumentar uma linha, e a educação, que receberá novos alunos nas escolas vizinhas ao residencial. Tem a questão da coleta de lixo e segurança pública. Depois dessa reunião, a rede está se mobilizando”.

A previsão é que, na próxima semana, o secretário se reúna novamente com o poder público para saber quais providências foram tomadas.
Estão envolvidos na melhoria da infraestrutura os órgãos Saeg e Codesg, as polícias Civil e Militar e as secretarias da Educação, Saúde e Assistência Social. Há também a participação de vereadores e diretoras das escolas que receberão os alunos na região.

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