Prefeitura de Cachoeira entrega mais dez casas populares do CDHU

Faltando oitenta unidades para completar residencial, Prefeitura espera concluir meta até primeiro semestre de 2019

Uma das moradias entregues em Cachoeira Paulista; conjunto foi prejudicado por problemas em contratos (Foto: Jéssica Dias)
Uma das moradias entregues em Cachoeira Paulista; conjunto foi prejudicado por problemas em contratos (Foto: Jéssica Dias)

Jéssica Dias
Cachoeira Paulista

A Prefeitura de Cachoeira Paulista entregou no último dia 17 mais dez casas do CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) do bairro São José. A entrega das moradias foi prejudicada por contratos rescindidos e períodos de estagnação nas obras.

Além de Mota, estiveram na entrega o gerente regional do CDHU, Francisco de Assis Vieira, o Chesco, vereadores e secretários.

Paralisadas desde 2012, o prefeito Edson Mota (PR) recuperou recursos e conseguiu a liberação das casas populares. Em março de 2018, foram entregues sessenta unidades e agora mais dez.

A previsão de Mota é que até o primeiro semestre de 2019 sejam entregues todas as casas, que contam com dois quartos, cozinha e um banheiro. “Das 150 que estavam abandonadas entreguei setenta. Agora falta mais oitenta. A previsão é de que mais uns três meses sejam entregues mais quarenta e até junho finalizar as 150 casas”, contou o prefeito.

Anunciada em 2008, durante a gestão de Fabiano Vieira (PTB), a construção das moradias sofreu com problemas contratuais entre a Prefeitura e as empresas contratadas para a construção. Outro problema foi o atraso na instalação da rede elétrica das casas.

A dona de casa, Maíra Aparecida, 27 anos, foi à primeira a mudar para sua casa nova. Ela morava no bairro Santa Terezinha, conhecido como Turma 26, e assim como outros moradores atendidos pelo novo residencial, sua casa também foi considerada em área de risco grau três, com danos de estrutura, deslizamento de barrancos e infiltrações.

Segundo Maíra, sua cunhada também mora em zona de risco. “Já era para ela ter sido sorteada, na época quando caiu o barranco (trecho de casas que caíram na cidade devido à forte chuvas) que desmoronou. Foi o menino dela que morreu. Falaram que a casa dela vai sair junto com do pessoal do Barranco (área de moradias consideradas condenadas no bairro do Pitéu), que será entregue trinta até março. É a informação que recebemos”, contou.

As 12 famílias que residiam em área de risco grau três, do Turma 26, se mudaram para os apartamentos no bairro Jardim da Fonte, entregues no último dia 20.

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