MINISSÉRIE: O APRENDIZ

Como ensina o professor, a maior beleza da História é ser a instrução para o futuro, e por isso a importância de manter viva a memória daqueles que realmente detém o poder de mando numa democracia: os cidadãos.

E nada melhor que a ilustração para registrar e contar às futuras gerações os fatos que machucaram mas ensinaram a nossa cidade, para que o pesadelo não volte.

Afastado do cofre, o aprendiz se revolta, no ostracismo reflete nos passos que tomará quando tiver a oportunidade de assumir um cargo novamente. Aprendiz do que, questiona o leitor? O aprendiz que pretende ser o primeiro-ministro do inferno na Terra das Palmeiras Imperiais, aquela terra que já acolheu dragões e mocinhos, bruxas e esquizofrênicos e até ladrão de velhinhos, mas que tem em suas veias o trabalho de um povo guerreiro, que assiste estarrecido o retorno da baixaria na Tribuna de sua cidade.

O aprendiz tem um currículo invejável a todo capetinha iniciante, afinal ele traiu seu benfeitor. Benfeitor? Sim, um homem de bem que acreditou no seu potencial, investiu em sua formação, contou com seu apoio profissional. Mas o benfeitor foi traído pelo aprendiz, aliás não foi uma simples traição, foi destituído com várias manobras, chantageado e denegrido pelo aprendiz e sua trupe.

Mas por qual razão? Simplesmente pelo fato de dizer não as suas pretensões e fechar o cofre. Estarrecidos, os cidadãos assistiram sua cidade se tornar notícia em todo o País, acusações gravíssimas, difamações e calúnias.
Cego pela sede de poder e pela bajulação de um grupo, o aprendiz achou que poderia chegar ao trono e enfim reinar. Mas numa vergonhosa derrota, foi banido ao ostracismo.

Realmente o carisma não era seu forte, realmente a população não se agrada dele, mas uma coisa ele possui que alguns gostam mais que a própria ideologia: o dinheiro…

Sim, com valor mais vultuoso investiu nos eleitores, diretamente comprando quem podia, atraindo para si outros candidatos que tinham capacidade de eleição e assim, conseguiu carona e chegou ao poder.

Uma vez no cargo, o aprendiz se dedica a perseguir todos aqueles que ameaçam sua pretensão, ou que trabalham para manter viva a memória de um passado que o aprendiz não pode apagar. Munido de uma imunidade (limitada), aproveita da morosidade da resposta de seus atos pelo juiz para denegrir, mentir, gritar e espernear no espaço. Não foi eleito para isso, mas para quem não conhece a ética, não se importa com o decoro e o respeito que o cargo merece.

O que ele esquece é que a história não teme, e quem já enfrentou dragão tem força e fôlego para enfrentar a guerra e provar a verdade.

Sim, porque quem não deve e não teme, e escolheu a Terra das Palmeiras como seu lar, trabalhará para que ela não torne às mãos da quadrilha (família) que acumula explicações de desvios na Justiça. Para isso, conta com um grupo do terror formado por um doido cibernético, um ladrão de velhinhos, um ilustre desconhecido mas ávido pela fama e um fantoche.

Cuidado, o apoio que vem pelo medo de esvai na primeira oportunidade.

Se a Justiça ainda é morosa para dar respostas às difamações, a cidadania e a real democracia está aqui para manter viva a memória de quem precisa. A imprensa continua, e quanto maior a perseguição, mais cresce a fama dos perseguidos e a oportunidade de mostrar o caráter do aprendiz.

Enquanto houver democracia e liberdade de expressão , terá um jornalista apto a informar e manter viva a história, pelo benefício de um povo que merece mais respeito.

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