Atos e Fatos

A ELEIÇÃO DE 2018

A campanha eleitoral para 2018 não está tão longe.

Tão perto, os problemas da economia brasileira, onde, com certeza, não estarão na plataforma de campanha dos pretensos candidatos.

Pelo jeito não vai dar para fazer poesia e muito menos governar com prosa.
Os candidatos terão muitos problemas para se comunicar com os eleitores.

Os grandes marqueteiros, que elegeram postes, estão na cadeia e os que não estão não terão recursos financeiros para o espetáculo e truques dos programas de televisão.

Como chamar a atenção dos eleitores se eles repudiam os políticos com um índice que quase chega ao máximo: 94%.
Como explicar à sociedade que uma democracia não sobrevive sem os políticos e partidos fortes. Os políticos representam a sociedade e o pleito da sociedade passa pelos políticos.

Como explicar à sociedade que a reforma da previdência, principalmente no setor da seguridade social, é inviável e se nada for feito levará a um rombo estrondoso nas contas públicas.

Como convencer o eleitorado que o Estado do Rio de Janeiro é o Brasil amanhã se a reforma da previdência não atender os aspectos técnicos e financeiros.

Como explicar à sociedade que a aposentadoria de 1 milhão de funcionários públicos custa aos cofres do Estado o mesmo que a aposentadoria de 33 milhões de trabalhadores pelo INSS e convencer os funcionários públicos que a sua estabilidade no emprego corre risco?

Como explicar à sociedade que o déficit da Previdência e a folha de pagamento dos funcionários públicos são crescentes e que o presidente eleito em 2018 receberá o país com um rombo nas contas públicas de cerca de 300 bilhões de reais.

Como explicar a sociedade que a reforma trabalhista é uma garantia de emprego, pois a atual legislação impede as oportunidades de empregabilidade.

Como convencer a sociedade que não haverá perda de direitos, mas, sim, uma flexibilização que proporcionará novas oportunidades de trabalho.

Como explicar à sociedade que o período das contratações em massa ficou na década de 1960 e atualmente as empresas estão substituindo a mão de obra laboral por robôs. 1.500 robôs são instalados no Brasil por mês e 47% da mão de obra no Brasil já foi substituída pela robotização.

Como ter apoio dos governadores na reforma tributária, com seus Estados quebrados? Que a reforma tributária é uma necessidade, pois o empresário tem que enfrentar um emaranhado de leis, que não incentiva a criação de novas empresas e retira da sociedade metade da renda auferida através dos impostos.

Como tratar com os Congressistas, – reunião de corporações -, que estão mais preocupados com a manutenção da situação atual de suas corporações do que com o futuro das próximas gerações?

Como fazer uma reforma política – reformar a que deverá ser aprovada agora – onde os partidos políticos precisam urgentemente rever as suas ideias, entender os anseios da sociedade e utilizar-se dos recursos da moderna tecnologia e se fazer representado diante da sociedade.

Como se dirigir os funcionários públicos que o governo precisa introduzir urgentemente o sistema da meritocracia, pois, ao contrário, a qualidade dos serviços públicos continuarão no mesmo nível. A sociedade não tolera mais esta incompetência pública.

Cá entre nós, você não verá nada disso!

Ouvirá que vai acabar com a corrupção; a manutenção do bolsa família; uma nova forma de reajuste do salário-mínimo; vai melhor a saúde; a educação; manter a política de cotas; construção de creches; dar mais recursos ao FIES e blá, blá, blá….

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